Cultura Pobre

Everybody hates Bucky.

no teto!
#spiderman #lizard #MarvelLegends #toypic

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prateleira muita treta: #moonknight vs #punisher
#MarvelLegends #toypic

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#MarvelLegends #toypic

vá ao teatro.
#spiderman #MarvelLegends #oscarwilde #theimportanceofbeingearnest

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MSN MESSENGER TO END AFTER 15 YEARS

kaboommagazine:

MSN MESSENGER TO END AFTER 15 YEARS

Microsoft’s Windows Live Messenger will be switched off in China in October, marking a final end to the 15-year-old service.

Originally known as MSN Messenger, it was launched in 1999 but was switched off for most users in 2013, after Microsoft bought rival Skype.

Users in China continued to use the old service but will now be transferred to Skype by 31 October.

Windows Live still had as many as…

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R.I.P

culturapobre:

Em Spider Woman #22, Jessica Drew cruza com o  Palhaço Assassino, um loser misógino (não os seriam todos?) numa história que tenta ironizar certo Palhaço do Crime da Distinta Concorrência descambando para o humor involuntário e, como dá pra conferir nos comentários pinçados da sessão de cartas, foi destroçado pelos leitores mesmo com o esforço do roteirista Michael Fleisher em escrever um thriller de psicopata. Não foi dessa vez.

Mas também não dá para dizer que Fleisher fracassou em representar uma figura desprezível. Em seus “melhores momentos” o Palhaço Assassino é simplesmente odioso.

Não deixa de ser irônico como muitos leitores de quadrinhos ultimamente, se identificariam com o Killer Clown.

A capa variante de Milo Manara para Spider Woman #01 causou tanta comoção essa semana que pensei que pediriam de volta do selo de aprovação do Comics Code Authority com regras mais severas:

Discussões justíssimas sobre a representação das mulheres nos quadrinhos de super heróis à parte (estipula-se que elas sejam quase metade dos novos leitores do gênero), acho curioso que apesar da personagem ter um dos uniformes menos apelativos dessa mídia (acho que é meu design preferido), Jessica Drew seja uma personagem das mais sexualizadas da Marvel.

No primeiro volume de suas aventuras solo (1978-1983)  a Mulher Aranha só não foi mais amarrada naquele esquema sadomasoquismo soft que a Mulher Maravilha, já sua galeria de vilões contava com os caras mais descaradamente machistas que eu me lembro, em especial o Palhaço Assassino, que separei seus “melhores momentos” mais a reação dos leitores na sessão de carta da época nesse repost. 

Apesar de irregular, o primeiro volume de Mulher Aranha retrata a personagem no melhor estilo Marvel de ser: uma pária que passou boa parte de sua vida sendo experimentada em laboratório e criada para ser uma agente secreta que tenta viver em sociedade sem a menor ideia de como ela funciona.

Linda, naturalmente atraente e, graças aos feromônios que exala,  também artificialmente irresistível aos homens Jessica não raro se vê em situações bem parecidas com que as cosplayers passam nas convenções, como abuso por parte de homens e agressões misóginas por parte de mulheres.   

Material que na mão de um roteirista mais esperto pode render analogias fortes e ótimas histórias. 

culturapobre:

Não lembro de heroína que enfrentou tanto vilão machista quanto no volume 1 da Mulher Aranha.

"Furs, new Gucci shoes and bags every week. She spends my money like itps going out of fashion. "

"No wonder I´ve been forced to make deals with..”

O político forçado a corrupção pra pagar o cartão da esposa.


"You talk a pretty good game for a skirt, Spider Woman"

Do peão do crime.

Looks like you could use a man around the house eh, Spider Woman?

These mugs don´t need gentle coddling by a female”

They need a real hero, who´s man enough to show´them who´s boss!”

Criminalista/CSI/cara-do-TI/deficiente-físico ajudante da protagonista, que assume poderes de um vilão e tenta ser um herói, o inigualável VESPÃO!

Repost à reboque da polêmica da capa que o Milo Manara fez para Spider Woman #01, uma pequena galeria de inimigos machistas que ela enfrentou no primeiro volume de sua revista solo (1978-1983).

Mr. Brevoort, what is your opinion on the debate over M. Manara's variant cover of Spider Woman? A similar quarrel happened few months back for one cover on DC's Teen Titans #1. Personally, I agree that women in comics are often "over-sexualized". However, I am wondering whether this criticism is going too far. It is sort of becoming more like a form of conservatism. It almost seems like some people want to completely remove sexual thematics from comics.
Anonymous

brevoortformspring:

Well, I think a couple of things.

I think that the people who are upset about that cover have a point, at least in how the image relates to them.

By that same token, Milo Manara has been working as a cartoonist since 1969, and what he does hasn’t materially changed in all that time. So when we say “Manara cover”, his body of work indicates what sort of thing he’s going to do.

It’s also, for a Manara piece, one of the less sexualized ones, at least to my eye. Maybe others feel differently. But given that the character is covered head-to-toe, and is crouched in a spider-like pose, it seems far less exploitative to me than other Manara pieces we’ve run in previous months and years.

But all that said, it’s the right of every reader not to like something.

And fortunately, it’s a variant cover, so people will likely need to seek it out if they want it, rather than it being the display piece for the book.

I think a conversation about how women are depicted in comics is relevant at this point, and definitely seems to be bubbling up from the zeitgeist. That too is fine. Nothing gets better unless ideas are communicated.

Frank Castle por Jerome Opeña.

Frank Castle por Jerome Opeña.

brianmichaelbendis:

Andy Warhol by Alex Ross

brianmichaelbendis:

Andy Warhol by Alex Ross


I lost track of the number of cell phone pictures being taken of my ass.
This costume is murder.

I lost track of the number of cell phone pictures being taken of my ass.

This costume is murder.

Conforme anunciado na  San Diego Comic Con 2014 a série de TV  Agents of S.H.I.E.L.D terá sua versão em quadrinhos, já a segunda temporada da série terá Bobbi Morse, personagem das HQs que é agente da S.H.I.E.L.D  e posteriormente entra nos Vingadores com o codinome Harpia (Mockingbird no original). Nos quadrinhos, ela é/foi casada com o Gavião Arqueiro mas nesse caso, apesar da hashtag da Marvel #itsallconnected é melhor não esperar muita coisa.

Na atual cronologia da Marvel, a S.H.I.E.L.D ainda vem tentando se reconstruir e recuperar a confiança da opinião pública desde que foi desmantelada por Norman Osborne (o Duende Verde) que tornou-se o “Supertira da América” após a invasão Skrull que ocorreu sob o nariz da organização.

Dá para acompanhar a reestruturação da organização em dois títulos, Indestrutível Hulk de Mark Waid que escreverá Agents of S.H.I.EL.D (publicada no Brasil na revista Universo Marvel) e  Vingadores Secretos escrita por Nick Spencer (publicada no Brasil na revista Capitão América & Gavião Arqueiro).  O primeiro joga uma luz em como a SHIELD limpa a bagunça após os eventos da Marvel, com Maria Hill fazendo um acordo com Bruce Banner para ser um consultor em questões científicas e também contar com uma arma de destruição em massa gigante e verde se necessário, o segundo e principal deles, é daqueles títulos periféricos que trazem grandes oportunidades de boas histórias, boa pedida pra quem pirou no clima de thriller político de Capitão América 2: O Soldado Invernal, para fãs dos Guerreiros Secretos e suas reviravoltas sem fim. 

Maria Hill, diretora da SHIELD, tenta neutralizar a organização terrorista I.M.A (Ideias Mecânicas Avançadas), um coletivo de cientistas malucos que buscam conhecimento para causas nada nobres sob nova liderança, o carismático Andrew Forson, que chega ao poder na ilha de Barbuda e institui um governo com direito a reconhecimento na ONU e tudo mais. Ao contrário de outros países “terra de ninguém" da Marvel como Madripoor, a ilha de Barbuda conta com uma estrutura política sólida e com vários supervilões como ministros, e realmente é bem divertido como a agenda de cada um deles é contada no decorrer da história. Vingadores Secretos de certa forma mostra como funciona a geopolítica no Universo Marvel. 

Um bom aperitivo para os anúncios do começo do texto está no último arco de Nick Spencer no roteiro do título, "How to MA.I.M a Mockingbird", ainda inédito por aqui. Após uma missão fracassada, Bobbi Morse se vê abandonada na ilha e tem que se virar sozinha, infiltrada no alto escalão da I.M.A.  A história tem momentos sensacionais como o dialogo interno de Bobbi, disfarçada de chefe de um projeto da qual ela não sabe do que se trata tendo que dar explicações para o Ministério de supervilões da Ilha sobre seu andamento.

A arte de Butch Guice, mestre em expressões, olhares e sorrisinhos é perfeita para os momentos de tensão “quem pisca primeiro” que ocorrem no decorrer da história, da pra sentir o peso do cargo nas costas de Maria Hill a cada decisão que ela tem que tomar. Decisões e parcerias nada fáceis, diga-se de passagem. Guice não terminou de desenhar a história, sendo substituído pelo brasileiro Luke Ross, que não deixou cair a qualidade, responsável por uma cena de tiroteio numa página dupla simplesmente sensacional, além de um catfight épico entre Harpia e Yelena Belova, a Viúva Negra loira.

[spoiler]Nick Spencer passou o bastão dos Vingadores Secretos para Ales Kot que simplesmente cagou tudo tentando emular tudo que deu certo na Marvel Moderna leia-se humor e “jeitinho indie” do Gavião Arqueiro), mas nem tudo está perdido, Spencer levou (e elevou) o espírito da série para Avengers World.[/spoiler]

kellysue:

jeffstokely:

Reposting this Debbie Harry print as it is now available for purchase HERE! 
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We have this.

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mattfractionblog:

this isn’t even the meanest thing john said as a beatle

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